terça-feira, 9 de novembro de 2010

Nerds e vírus de PC: uma relação matrimonial

  Que tipo de pessoa sem propósito é a pessoa que cria vírus para computadores? Eu não seu que tipo de pessoa é essa, mas, por causa de um desses seres impuros, nosso querido blog ficou sem seu mais prolixo contribuinte por algumas semanas.
   Passadas os agoniantes dias sem internet, vamos tentar analisar a vida de uma criatura que faz esses malefícios. Magro ou gordo? Eu chuto no magro, pois um cara que fica muiiiitas horas na frente do seu PC programando essas coisas, não deve dar muita atenção quando sua mamãe lhe chama para jantar ( sim, a mão dele o chama para jantar, coisa que se repete nos últimos 30 anos).


Provavel rosto de um nerd malfeitor


   Emprego? Claro que ele não tem. Seu papai lhe dá tudo. Mas seu grande sonho é invadir uma empresa importante e conseguir uma vaga de emprego na área de segurança de informação já que mulheres é algo que ele só vê nos vídeos pornográficos que assistes entre uma invasão e outra.
   Vamos pensar agora o motivo pelo qual ele faz vírus de computador e gosta que o chamem de Hacker Manchaos. Além da falta de mulher, é óbvio que ele faz isso porque não consegue fazer maldades no mundo real. Nunca bateu num colega de escola, nunca amarrou o cadarço de alguém numa cadeira... ele nunca fez nada!!!
  A única saída dessas criaturas é se divertir imaginando a minha cara tentando formatar meu micro: palmas para vocês!!! Não tenho nem como dizer que são pessoas inteligentes, pois, fora da tela do PC, não conseguem nem atravessar a rua solitos!

Único meio não pago de um nerd praticar sexo

   Nerds, sei... na minha época de guri, era de bundão que se chamava esses trecos!

   Um abraço sufocante e sem vírus para todos!
  

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cortando o rabo do macaco: literatura de banheiro

    Sou um ser extremamente incomodado com as coisas do mundo.O que venho reclamar nesse momento é algo por qual todos passamos nos momentos íntimos: frases de banheiros.
   Adoro as frases do tipo: FAVOR URINAR DENTRO DO VASO! Certamente quem escreveu essa frase é uma mulher que nunca viu um homem mijando. Por que você acha que o pênis tem uma cabeça? É, cabeça do pênis, ela pensa sozinha, tem autonomia para lançar seus dejetos onde quiser.

Que técnica maravilhosa: certamente quem escreveu essa frase nunca viu um homem mijando




      Outra frase muito boa: JOGUE O LIXO NO LIXO.Sim, e onde mais colocaríamos o tal lixo? Na pia? Quando o lixo cai no chão, quem o faz crê que está fazendo uma boa ação,contribuindo para a manutenção do emprego do encarregado de limpar a porcaria toda.
    A clássica: PUXE A DESCARGA QUANTAS VEZES FOR NECESSÁRIO. Essa é de alguém que não quer apreciar a obra de outrem, o que,convenhamos, não é exatamente agradável, mas, como disse Gump, o Forrest "merda acontece!".
Cocozinho maravilha: merda acontece,como dizia Forrest Gump, aqui copiado pelo pessoa do Hermes e Renato 

    Ahhh, e tem também quem pensa que o vaso sanitário é um triturador de lixo, colocando coisas inacreditáveis lá dentro, o que resulta em frases do tipo PEDE-SE NÃO JOGAR OBJETOS NO VASO SANITÁRIO.
  Tem também as frases meio sem sentido: NÃO SUBA NO VASO, RISCO DE ACIDENTE GRAVE. Caramba, por que motivo alguém sobe num vaso? Para ver se tem peixes na caixa d'água? 
   E como esquecer das frases que as pessoas deixam no banheiro, do tipo LUÍZA TE AMO! Isso, claro, no banheiro masculino, com o devido correspondente no banheiro do sexo oposto. Quando, a pessoa homenageada vai ler isso? Ou será que quem escreveu, escreve para um amado que mudou de sexo?
   Como esquecer dos telefones de tarados de plantão. Acho que tem gente que acha que banheiro é classificado. Isso é um nicho de mercado inexplorado e que daria muita grana. Anúncios, principalmente de serviços sexuais, em portas de banheiro.
   É pessoas, esse local sagrado, onde são compostas as músicas do emocore, funk ,axé, etc. ( e onde deveriam ficar) é um local onde as pessoas exercitam a criatividade e um dos poucos locais onde a maioria da população brasileira pratica a arte textual. Muitas das coisas que vemos nos cotidianos deveriam sumir dos nossos olhares por esse buraquinho mágico que se alimenta de xixi e cocô. Infelizmente não é assim que funciona.
Essa frase está errada... se o banheiro for em Brasília

   Seria mesmo o Congresso o destino final de todas as cagadas? Ou apenas o reflexo das cagadas que damos?

   LAVE BEM AS MÃOS ANTES DE ME DAR UM ABRAÇO SUFOCANTE!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

"Música eletrônica": uma broca para os ouvidos

   Música eletrônica. Não se percebe uma grande contradição nesse termo?  Música, não é aquilo feito por músicos em instrumentos musicais? Então, por qual motivo dizem que aquele barulho irritante feitos por DJ's é música?
   Ora, outra coisa que me pertuba muito são os tais dos interpretes dessas músicas. Geralmente o que se vê é isso:


     Mas, quem de fato faz as "músicas" é isso:


   Sim, meus caros. Gordos nojentos que passam dias na frente do computador fazendo essas "músicas" pagam para mulheres gostosas e caras sarados ficarem mexendo a boca e fazendo umas dancinhas toscas enquanto rola a canção.
   Por favor, isso é horrível. Quem realmente gosta dessas músicas. É obvio que ninguém, caso ao contrário, não se precisaria consumir drogas para freqüentar as baladas raves. Esse jeito, penso, é o único modo de suportar esses barulhos horríveis.
  E os nomes dos ritmos são o melhor: house, trance, psy e por aí vai. Esse último é a atualização do " ide e procriai"  pra mim... piçai! Que horror! Pra mim é tudo tuntituntitunti.
   Deveriam obrigar as pessoas que fazem esses troços a ouvirem o que elas mesmas produzem. Mas infelizmente a tortura está fora de moda desde o fim das ditaduras militares na América Latina. Resta-me ser torturado nas noites em que tento me divertir por aí.
  

   Um abraço sufocante e embalado à todos!

sábado, 16 de outubro de 2010

Cada um na sua: o (des)respeito ao próximo!

  Sei que vou dançar sobre campo minado e serei condenado em mais de uma centena de religiões por esse meu post, mas, depois das mais recentes investidas dos meus amigos crentes, tenho que soltar a palavra, e, podem crer, ela não está na Bíblia.

Como diria Alemão Ronaldo, ou o Gessinger: é campo minado meu chapa!
   O que motiva esse meu post não é ódio religioso, tão em voga nessas eleições,posto que é coisa que não tenho. E por qual motivo não tenho esse ódio? Porque tenho a triste tendência a respeitar os que estão no meu redor, respeito esse que, há tempos, vem faltando para certos praticantes religiosos.
   Hoje, mais uma vez, tentaram me converter no ônibus. Ahhhh, por favor! Não tento converter ninguém ao que eu creio, por que motivo eu tenho que ser convertido? Eu só queria chegar ao centro da cidade e acabei chegando ao limite da minha paciência! Ainda assim fui educado com a pobre criatura, tentando dispensá-la da maneira mais cordial o possível.
   Vamos traçar um paralelo. Digamos que você, que sai na rua à caça de conversões, ganhasse um mega prêmio na loteria, você o dividiria comigo? É obvio que não! Uma coisa tão boa assim você guardaria para si e para os seus. O mesmo posso dizer da sua religião. Se ela é tão boa, guarde-a para si, e deixe-me seguir na minha paz.
    Fomos criados na diferença. Deus, Zeus, Alá, Javé, O Universo, O Grande Arquiteto, ou qualquer coisa superior em que cremos nos criou de formas diferentes. Tá bom, talvez no Oriente Extremo tenha faltado um pouco de criatividade ( talvez estivesse cançado!), mas, grosso modo, somos todos diferentes.

Falta de criatividade divina ou a diferença na igualdade?
  Sou pecador, por certo que sim. Mas se existem seres que pensam ser tão melhores do que eu, por favor, me respeitem na minha diferença. Nos últimos tempos, eu, e outras pessoas que conheço, têm sido alvo dessas incoveniências até na universidade, o espaço da compreensão por excelência. 
  Fora o incoveniente pessoal, ainda há o clássico incoveniente da poluição visual com o já famigerado crente sujão. Quem já não viu a mensagem abaixo colada por aí?

"Jesus breve voltará, aleluia, em Porto Alegre ele vai morar, aleluia, as pessoas vão gostar, aleluia" Wander Wildner
      Ora amigos, crentes, todos somos. Todos cremos em alguma coisa, o que nos faz, por lógica linguística, crentes. Então, parceiros, vamos nos respeitar nas suas crenças. Leiam novamente todo o post. Em nenhum momento ataco suas crenças, ataco seus ataques à minha pessoa. Os respeito na sua diferença. Peço o mesmo.
   Talvez eu esteja errado. Ótimo! Vai sobrar mais espaço no céu! Não há como saber quem está certo ou errado. A única verdade absoluta que existe é que não existem verdades absolutas. Mas todos cremos em algo, apenas escolhemos caminhos diferentes. O meu pode ser bem tortuoso, mas é meu.
   Como seres sociais que somos, o contato é inevitável. E o respeito necessário. Sigam suas vidas no que vocês creem ser a felicidade. Eu sigo a minha vida, ainda que, na visão do meu amigo do ônibus, seja uma Highway to Hell cheia de pecados, da hora que acordo até a hora que durmo ( e até quando tô dormindo!).

Capa de Highway to Hell, de 1979: será que nossa vida se resume à esse camnho?
    Mais respeito. Mais paz. Não comam Hellman's.

  Um abraço sufocante e respeitoso à todos!
  

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Na frente e atrás: um breve histórico do duplo sentido

   Desde que o idioma do homem resultou na língua portuguesa e começamos a cantar, existem músicas com duplo sentido. Desde as canções de escárnio cantadas pelos trovadores medievos até os dias de hoje. O que venho reclamar, meus caros, não é a dubiedade, mas sim, a qualidade do que invade meus orifícios auditivos.
   No Brasil, como em muitos outros países, temos as músicas-chicletes: aquelas coisas que, mesmo sem gosto algum, não conseguimos parar de consumir, sabe deus o  motivo. Uma coisa que é fato, é que todas essas músicas têm um sentido por trás do que está sendo realmente dito.
   O que minha memória alcança é a onda, maldita onda, do axé dos anos 90. Alguém pensa que era realmente para " ralar na boca da garrafa" ou para "segurar o tchan"? Na verdade, alguém sabe o que é tchan?
  Pois é, felizmente quem cantava a música da garrafa se ralou, porém, ninguém segurou o tchan,  o que fez com que, durante vários anos, nossas vidas fossem invadidas por canções sem sentido algum ( olha o quibe!) e ditatoriais ( mexa isso, rebola aquilo, levanta não sei o que....). Quando completamos 10 anos do fim da ditadura política, estavámos na ditadura musical.
Campões noventistas de letras de duplo sentido
   Bueno minha gente, agora os tempos são outros. O que agride meus tímpanos, além das versões forró de grandes clássicos do rock (que realmente me fazem querer estar morto), é o tal do sertanejo universitário.
   Ora bolas, se chegou à universidade, deveria ter, ao menos, letras inteligentes. Um exemplo bem simples: " dar uma fugidinha com você"! Caramba, genial ( altas doses de sarcasmo)! Pessoas, troquem a letra "g" de fugida por "d" e teremos, então, a real intenção do autor de tal proeza.
   Saindo do exemplo acima, todas as letras de duplo sentido, independente do ritmo em que estão, ao menos em nosso país, sempre levam ao bom e velho sexo, ou você realmente achava que o que o cara botava e tirava a hora que queria da garagem da vizinha era um carro?
Sexo: esse ato natural é sempre a razão da duplicidade de sentido nas músicas
   Agora, não entendo o motivo de não se falar da coisa em si. Veja o funk carioca e suas belas canções. Falam explicitamente do sexo, e são letras tão belas...
   Queria, de verdade, entender a mente dos compositores de tais atrocidades. O problema não é falar sobre sexo, mas só de sexo. Existem muitas outras coisas para as quais se pode dar um sentido dubio. Mas nãããão, sexo é vida, como já dizia a propaganda (e dá grana), e porque não ajudar as pessoas a fazê-lo? Esses caras deveriam ajudar a pagar a educação dos filhos sem pais também!
   Meu discurso já tá quase moralista puritano estadunidense. Mas, enfim, me revolta o estômago ter que pegar um ônibus e escutar a rádio que o motora escolhe tocando essas "músicas" com as quais não torturaria nem meus inimigos.
   Por favor senhores compositores, utilizem suas cabeças de cima na hora de comporem. E já que o jeito é dar uma fugidinha, foge, e não volta mais, por favor!

   Um abraço sufocante e engarrafado à todos!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Inclusão Digital: Dançando Sobre Espinhos

Antes de mais nada, não sentarei o pau no projeto de Inclusão Digital. Realmente foi algo inovador e de grande valor para o naco da população brasileira que não tinha acesso, nem sequer, ao glorioso Pentium 386, outrora, top de linha. E se caso eu resolvesse fazer isso, pouco importaria para o mundo, pois a minha opinião não tira o sono de ninguém.

Voltando aos fatos negativos... hehe... Bom, fatos negativos estão pairando no ar. O que me dizem do Orkut que a muito virou um ponto de encontro de corinthianos, digo, maloqueiros? Garanto que são eles que ficam espalhando que o Orkut vai ser pago (e o pior é que tem gente que acredita e fica preocupada) e que passam a tarde inteira divertindo-se roubando comunidades. – Hey, sou mano, sou corinthiano, sou sofredor. Tenho esse direito, mano!

Câmera Digital: essa é phoda! Tudo é motivo para tirar fotos! Eeee alegria! Nunca vi tanta foto de pessoas com XXL, Pixa-in e com belos bigodes marotos, aqueles que surgem quando estamos aí pelos 14 ou 15 anos, nos rapazes (e em algumas moças também).

Celular: a Vileirisse More. Andando na rua e vem, lá de longe, aquele bando de corinthianos, digo, mano e um deles, provavelmente o Conde Maloqueiro, com um celular na mão, ou até mesmo pendurado no pescoço, como um belo colar, tocando alucinadamente... um funk! E quando resolvem escutar essas músicas bem altas no ônibus? Ahhh!!! Certamente não existe nada mais irritante.

Para fechar, escreverei algumas frases de corinthianos, digo, maloquerios (ah, sempre me engano) para fins de reconhecimento de uma possível ameaça musical vinda de um dispositivo chamado celular.

- É nóis!

- Vida loka!

- 1000 grau!

- Eu sô mais eu!

- Se pá!

- Antes de me criticar, me supere!

Bom, se ouvirem essas frases por aí, corram!

Um puta abraço do afrodescendente do blog! “É nóis, Queiroiz”

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um tributo às reuniões corporativas





O mundo corporativo oferece - além de dinheiro, vaidade e ganância – as tradicionais e hilariantes reuniões corporativas. Um lugar mágico com mesas redondas, cadeiras confortáveis, olhares medrosos e o melhor: uma linguagem própria. O sujeito, promovido a pouco, tenta situar-se na empresa com linguagens que aprendeu em algum livro de auto-ajuda empresarial. Ao invés de dizer “o negócio da empresa” ele diz “core business”, “follow up” tentando dizer “acompanhar”, supply chain, brieffing...
E então estamos em uma reunião, você deve estar se perguntando “porquê estou aqui?”, olha para frente e vê seu chefe gordo pronto para mijar a todos somente para cumprir o protocolo, além daquelas pessoas que realmente não gostariam de estar ali, mas que estão presentes por falta de carisma empresarial. Ponto básico: o diretor, que também está presente, é tarado – um cara até legal, mas longe da presença do chefe. Se pudéssemos tirar uma foto dos pensamentos – desse começo de reunião – veríamos balões escritos assim:
O chefe – Olha a cara de medo deles. É hora do meu show!
Diretor – Tinha que ter um copo de uísque agora.
O jovem promovido – a cara de mau dele me impressiona, acho que estou excitado.
O subordinado – Acho que vou vomitar.
Eu – Em uma batalha de iguanas e calangos, quem ganharia?
O show começa e o chefe está suando pacas. Ele certifica se alguém poderia estar gravando e arrisca seu primeiro palavrão da manhã. Não obstante, o diretor fica calado e fazendo “sim” com a cabeça incessantemente; o jovem promovido observa aprendendo o que vai reproduzir daqui alguns anos e o subordinado fica desejando a morte. Até que é decretado o fim do 1º round no momento em que a secretária bate na porta - ela entra – e poderíamos fotografar esse momento:
O Chefe – Belas ancas, boa contratação.
Diretor – Já comi. Acho que a vi no TIA CARMEN* ano passado. Estava bêbado demais para lembrar.
O jovem promovido – que sapato horrível! O chefe está olhando para ela. Tenho que chamar a atenção – pigarros.
O subordinado – Xingue ela, xingue ela também. Ó meu Deus!!!
Eu – Eu comeria. Se não tivesse comprometido com a mulher mais bonita do mundo - ;-) viu Jaque.

O 2º round começa com o 64º palavrão da manhã e todos já estão exaustos esperando uma definição do chefe. A secretária gostosa já se foi dando tempo a todos em pensar no que dizer. O Chefe já está cansado – malhar os outros dá trabalho (trocadilhos free) – e o diretor procura o telefone da secretária no celular; o jovem vai adotar uma atitude rude com a secretária e, quando for promovido novamente, vai demiti-la.
O nocaute vem quando o subordinado levanta e diz:
- Então é melhor me demitir!!!
Era o momento que o chefe estava esperando a manhã inteira; claro, não demitir o subordinado quando deveria faz com que o seu ego fique maior – será conhecido como chefe, o bondoso.
- Vou te dar uma segunda chance – diz o chefe – trate você de aproveitá-la. - Serviço feito – pensa.
Fazer com que o funcionário se sinta culpado e ainda sair com a fama de compreensível obriga o subordinado a trabalhar mais.
Se pudéssemos fotografar esse momento:
O chefe – Sou o máximo, simplesmente.
Diretor – finalmente, demorou hein? Eu não resistiria tanto. Recapitulando: ligo para a secretária e escolho um motel onde há uísque. Minha mulher não vai desconfiar de nada.
O jovem promovido – estou todo molhadinho. Será que o chefe olhou para mim?
O Subordinado - Sorte a minha de trabalhar numa empresa onde há pessoas compreensivas. Preciso trabalhar mais.
Eu – Espero que tenha sobrado café para mim. As bolachas certamente não sobraram.

Então pessoal, note você que nada na empresa foi resolvido e que as diversas reuniões corporativas não resolvem absolutamente nada. A não ser o ego do chefe, a oportunidade de sexo do diretor, o aprendizado de palavras em inglês do jovem, a insignificância do subordinado... Pelo menos o cara fala em trade off, upgrade, lead time...
A big hug for everyone! Ou apenas um abraço a todos!