terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fé - impostos = grana: como viver no paraíso (fiscal)

     Alguém gosta de pagar as toneladas de imposto às quais somos submetidos na terra do futebol maroto?  Creio que ninguém goste.
   Estava eu matutando, imerso em contas e mais contas que, graças ao meu esforço e planejamento, consigo saldar. Uma pergunta invadiu a minha mente: como se livrar dessas cargas absurdas de impostos? Foi então que se fez uma luz, através de minhas recentes leituras. E sim, essa luz veio da igreja. Estou praticamente convertido.
   Você que me conhece, ou, ao menos, percebe minhas críticas entrelineares aos que se utilizam da fé alheia, deve estar se dizendo: pronto, o Fabrício pirou de vez! Calma lá! Eu explico.
   No Brasil, com pouco menos de R$ 500,00 , se pode abrir uma igreja e se ver livre, para sempre, todo o sempre, dos temíveis impostos, o tinhoso das minhas ( e suas) finanças. Então penso: e por que, lhufas, não??? Tudo o que eu comprar em nome da igreja estará livre de todos os impostos! É a salvação... e em vida!!!! Me sinto um Gilgamesh  ( leia sobre a história da Babilônia, muito além do reggae).
   Pensando nisso, estive articulando, junto com os comparsas desse site, um nome. Igreja da Fábrica da Fé. Um bom nome talvez, mas estou aberto à sugestões. Talvez, Igreja da Fábrica di Dio. Para quem não notou,  fábrica de deus ( o dedo preto do logo é o dedo de deus, em uma referência remota à obra de Michelângelo).

Criando nossa própria igreja poderemos atirar grana pro alto como certos pastores... acho que eles fazem isso pra ver se deus pega alguma parte pra ele
     Quanto aos nossos dogmas, não se preocupem. Não queremos seguidores, nem temos pretenções evangelizadoras, até porque não preciso demonstrar nenhum pressuposto teológico para tal empreitada na terra brasilis. Apenas queremos nos livrar da usurpação coletiva para enriquecimento ilícito de poucos ( impostos). Se alguém quer conforto espiritual, procure outra coisa.
   Também não quero dizimar nada, porque não tenho acesso aos paraísos ( fiscais ) para onde são enviadas as grandes somas arrecadadas daqueles que são enganados por ter fé demais.
O dinheiro de dízimos serve para comprar terrenos no paraíso... como as Ilhas Cayman
     Ao contrário do que dizia Raul, não pretendemos transformar cuspe em mel. Apenas transformar o que é nosso no que é nosso e não forrar mais bolsas de certas dePUTAdas... ao menos saberemos, de fato, pra onde vai o dinheiro dos nossos impostos.
    Posso ser mesquinha, avarento, pensar em dinheiro. Mas garanto, eu penso. E respeito todos aqueles que acreditam no que fazem sem desrespeitar o próximo... e respeito, meus caros, é a base de tudo.

Raul e Marcelo Nova já anteviam os fenenêmenos eclesiáticos da atualidade, vide " Pastor João e a Igreja Invisível"

    Chega de bobagem, impostos, charlatanisse... e toca Raul aeeee!


   Um abraço sufocante e eclesiáticos à todos! 

domingo, 10 de outubro de 2010

O que agrada à todos

  Alguém já parou para pensar nas únicas coisas que agradam à todos? Jesus?Comida? Simpsons? Não, nada disso. Dinheiro amigos, e seu correspondente carnal, o sexo. Apenas isso agrada à todos, em todas as culturas, em todos os tempos.
   Desde o início dos tempos o homem tem um só objetivo: conseguir produzir excedentes, para conseguir dinheiro e trocá-lo por sexo. É algo horrível a ser pensando, mas, (in) felizmente, é a realidade.
A quantidade de pessoas com que se pratica sexo é diretamente proporcional à quantidade de grana que se tem
    Meus caros, apesar de estarmos imersos numa socidade em que o sexo é tudo ( não vou discutir esse ponto!), ele não existe sozinho. Muito mais do que carinho, amor e compreeensão, é fundamental ter dinheiro para chamar a atenção do seu sexo oposto, caso você seja homem. Mulheres apenas precisam existir para chamar a atenção dos homens.
    Mas, o dinheiro não serve apenas para o sexo, serve para sacanagens de uma forma geral. Se fosse o contrário, Brasília não teria a necessidade de existir. Ou alguém se sentiu bem vendo aquele queridão enfiando grana nas meias? Olhando-se por esse ponto, o sexo é a melhor coisa que se pode conseguir com dinheiro.
   Tenho observado, também, que o dinheiro tem perdido muito do seu valor para a conquista do sexo com a constante rickymartinização da sociedade. Dentro do próprio sexo, o dinheiro serve apenas para pagar a entrada do drive-in.

A rickymartnização da sociedade pode ter ajudado nas recentes crises econômicas

  Minha teoria é a seguinte: com a crescente quantidade de pessoas não utilizando suas genitálias para que foram  feitas, o dinheiro perdeu muito do seu valor. Com grandes executivos de grandes bancos virando a casaca, é possível que o mercado da profanação da carne humana tenha perdido seu valor, gerando uma crise em cascata. Prostitutas pobres geram um grande rombo no sistema financeiro,  maior do que o  gerado por premiações sem sentido para executivos de instituiões falidas, pois são a base da pirâmide social, posto que grande parte do dinheiro conseguido por homens é destinado à elas.
   Quanto menos dinheiro rodar, menos bolsas vão rodar, e a economia pára. É necessário reatrelar  o dinheiro à pratica do sexo, antes que novamente uma crise venha a nos deixar de quatro, e olha que não é no sentido bom do sexo...
   Usar dinheiro para conseguir sexo, comprando carros, casas, férias e afins também é essencial. Gasta-se cerca de R$ 1.000,00 para cada vez em que se transa, o que faz do sexo um aliado fundamental da economia. Um mundo sem sexo é um mundo fodido (?).
   É o sexo, não o excesso de bebida que faz o mundo girar. Então, meus enfantes, cuidem-se, mas não se comportem!!!


   Um abraço sufocante e sensual à todos!!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Emo: a Origem 3 – Caminhando na Terra-Média

Eu sou um grande fã da trilogia do Senhor dos Anéis. Fã mesmo. Tenho todos os livros, filmes e jogos... Mas conversando com excelentíssimo Fabrício sobre as origens mais remotas dos Emos, não pude deixar de notar a semelhança entre os elfos, criados pelo glorioso Tolkien, e os Eminhos, apelidinhos e inhos. (Quanta fofura, hein?)

Elfos, criaturas que estavam sempre cantando músicas que passam algum tipo sofrimento. São calmos e, de certo modo... Afeminados. Conversam com plantas e animais e tem as orelhas pontudas.

Notaram alguma semelhança? Não? Ah, fala sério... Pois bem, descreverei esta espécie classificada na ordem dos animais como Emotivous Affeminatus Fiukyus.

Restart... Pronto. Comecei pegando pesado já. Não preciso nem descrever as letras de suas musiquinhas. Emos gostam de transparecer algum tipo de sofrimento, como se o mundo todo estivesse contra eles. Sim, isso é algo comum na adolescência, mas eu fui adolescente e ser rebelde era misturar cachaça com refri e contar pra todo mundo que tinha ficado bêbado (Oh passado tenebroso).

Os Emos não têm orelhas pontudas! Não, realmente não tem, mas pintam lágrimas sob os olhos!!! Repito, pintam lágrimas sob os olhos! Elfos usavam calças apertadas e botas. Ok, Emos usam calças apertadas. E quando digo calças apertadas, falo estilo Zezé de Camargo, ou seja, homens que não tem o saco escrotal... E as botas foram substituídas pelos Nikes com um cano mais longo e coloridos. Ah, sim, faltou falar dos arcos e flechas. Elfos tinham muita destreza com estas armas, mas os Emos usam sua destreza, se é que têm, na criação de bandinhas com cabelos de periquito e óculos estilo Velma do Scooby-Doo e fazer poses com a câmera na frente do espelho.

Bom, para fechar esse post, vou colocar uma frase que me deixou muito revoltado e certamente os revoltará: a banda Fresno vai abrir o show do Bon Jovi no Brasil. Quando escutei isso, certamente verteu sangue de meus ouvidos e quando eu li, o estrabismo passou a fazer parte da minha vida...

Um puta abraço do, além de afrodescendente, estrábico!


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Emo: a Origem 2 - O Céu Não é o Limite

   Continuando a saga histórica das origens dos emos ( leia o post " Emo: a origem), vamos a mais alguns fatos.
   Agora que já sabemos que eles, assim como Peter Park, também foram picados por aranhas ( apenas não tiveram a sorte de ser uma aranha geneticamente modificada!), vamos pensar em outra coisa. Por onde a aranha solta a sua teia? Isso mesmo galera, não é pela mão, isso explica em muita a opção sexual dessas nossas amiguinhas.
Veja a sequência: aranha real, Homem-aranha herói, e como realmente deveria acontecer
   Na ausência de material colante e branco, parecido com teias, nossas amiginhas preenchem seus orifícios com outras coisas com as características parecidas com as que acabei de mencionar. Vou deixar que imaginem o que seja ok?!
   Outra coisa sobre essas dóceis criaturas que chamamos de emo, tem a ver com os esportes que praticam. Como não podem tecer teias, eles trataram de arrumar outros meios de subir pelas paredes. Alguém aí já ouviu falar do le parkour? Pois é. trata-se daquele "esporte" estranho, mais sem sentido do que muitas teorias da conspiração, em que os caras sobem nas coisas por aí. E alguém já viu algum homem, com cara e jeito de homem, que utilize seu órgão masculino para coisas de homem, praticando isso? Eu também não. Se sua resposta foi sim, então você também viu os trapalhões fazendo isso na década de 70.
Le Parkur emo: perceba que as roupas coloridas correspondem com a boa prática do esporte de subir em coisas
   Antigamente, antes da emoficação da sociedade, utilizavámos outros artifícios para transpor obstáculos e alcançar pontos elevados: escadas, bancos, até o famoso pézinho.

Exemplo de objeto utilizado por homens para tranpor obstáculos

   Por fim, creio que seja interessante, caso você encontre um desses seres saltitantes por aí, que explique à ele a possibilidade de se desviar de obstáculos ou até, quem sabe, usar uma escada! Da minha parte, penso que até seja uma boa prática esportiva, pois os acidentes contribuem para a manutenção da população emo ou, na melhor das hipóteses, um batida na cabeça pode até ajudar a desentupir o cérebro.

Um abraço sufocante e santitante à todos!!!

domingo, 3 de outubro de 2010

Eleições

  Como bom observador que penso que sou, não poderia deixar de tecer alguns comentários sobre nosso querido processo eleitoral.
  Vamos ao primeiro ponto. Veja a imagem abaixo:
Se fazem isso com as ruas, imaginem nos cargos ... ao menos vão poupar papel higiênico
   É amigos, creio que a imagem acima seja de comum conhecimento de todos. Provavelmente as proximidades sua zona eleitoral estava assim: uma zona, com perdão do trocadalho do carilho. Não sei o que esses candidatos ( e espero que eles não venham a passar de candidatos) pensam. Imagine a cena: você indo votar e, de repente, olha para o chão e vê um candidato que não conhece e, do nada, muda seu voto! Será que é isso que essas meigas criaturas pensam que pode acontecer?
  Eu queria ver essas mesmas pessoas que fizeram essa sujeira toda limpando-a. É uma total falta de respeito para com as cidades e pessoas. Se não nos respeitam agora, imaginem o que farão depois... vamor até ter saudades do tempo em que sujavam apenas o chão!
  Outro ponto. Os jingles, meu Deus, os jingles. Quem será que disse para esses marketeiros que isso ajuda a formar alguma opinião ou coisa assim? Eu juro que votaria num cara que andasse com um carro de som tocando "You shook me all night long (AC/DC) ... vote no Chico"! Eu votava no cara. Mesmo sem propostas e se ele nem soubesse o número da candidatura dele.
  Outra coisa. Caramba, como tem gente fazendo boca de urna... Ainda bem que é proibido. Imagina se não fosse? Era o voto de cabresto novamente.
  Agora, porque esses caras que sabem que vão perder, gastam um monte de dinheiro fazendo jingles idiotas, joganto santinho em asfalto e comprando votos? Só pode ser um disturbio de auto-afirmação. É para dizer aos amigos que já concorreu à algo. Mas concorrer não é nada. No Rio de Janeiro o Macaco Tião ficou em terceiro lugar para prefeito nas eleições municipais de 88. E olha que eu tenho mais respeito por macacos do que por certos políticos e/ou autores de livros de auto-ajuda.

Macaco Tião: qualquer um pode ser candidato, então vai para casa bater nas crianças
   Bueno, os absurdos estão aí e o futuro está ali na frente. Como disse Russo, vem chegando a primavera, época de eleição, e com ela a perfeição. Pra quem escuta essa música há 16 anos e ainda não percebeu, ele estava sendo irônico.
  
  
   Um abraço sufocante e de santinho para todos!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O Futuro da nação


Há muito tenho visto uma prática comum entre pessoas "adultas" de escrever sobre adolescentes e crianças. Eu - ou você - cidadão de bem, entra num carro onde há uma criança de 4 anos e qual a música que o pai da criatura coloca? Tchutchucão. Isso mesmo, um jingle idiota e um cachorro mangolão dançando estranhamente, o que nos leva a crer que a formação dessas crianças está sendo direcionada a criar consumidores de drogas: Funk, Calipso ou axé. Você pode estar pensando: - aaah, mas o ricardo é muito exagerado. - Não sou, minha gente, pois -
lembre você - na mesma época em que foi lançado o "Tchutchuca treme o bumbum treme, treme, treme" foi lançado logo depois "mexe a cintura com o tchutchucão". Claro, a liguagem e lógica vulgar do funk carioca modificado para formato eufêmico infantil -
"inocente". Podemos afirmar que os produtos comprados para as nossas crianças sã
o diretamente relacionadas àquilo que gostaríamos de consumir, ou seja, se somos pessoas sugestionáveis a modismos e consumidores de porcarias, incentivaremos, mesmo que inconscientemente, nossos filhos a consumirem porcarias.






Bom, para não me alungar muito, digamos que na infancia de seu filho deu tudo errado e na adolescência ele está escutando Nx Zero e Restart. Você olha e se pergunta: O que deu errado? (respondido no parágrafo anterior).



Para ver se você consegue recuperar seu filho, eu recomendaria duas opções: a mais indicada é utilização de medicamentos, violência e sessões diárias de filmes com censura mínima 18 anos, mas os efeitos colaterais dessa técnica ainda tem consequencias desconhecidas.

Outra forma é fazer exatamente o que você acharia chato: conversar com ele de forma franca aberta e sincera. Frases comuns:
--> Meu filho (a), olha-se no espelho;
--> você não acha um absurdo pintar lágrimas caindo dos olhos?
--> Jogar futebol é legal, quem sabe você não deixa de se vestir de desenho animado?
--> meu filho (a), novamente, olhe-se no espelho.
--> A realidade pode ser legal;
--> meu filho (a), novamente, olhe-se no espelho.

FIQUE ATENTO!!!!! Esse é a última alternativa para que seu filho aos 50 anos não fique assim:

Um abração pra galera!!!

Idosos Circenses do Mal

Bem amigos da rede Globo... Não, não... Começar com Galvão Bueno não é legal. Até porque esse post não tem nada a ver com ele... Espera! Até existe uma semelhança, levando em conta que começarei falando sobre a terceira idade.

Hoje andando pelas ruas movimentadas desta cidade, estava eu apressado (se tivesse um corpo aerodinâmico, levantaria vôo... Noooossa, Ícaro!) desviando das pessoas que caminham vagarosamente despreocupadas e admirando vitrines, quando de repente, um senhor de idade simplesmente pára, se vira e olha para trás. Acho que se eu estivesse alguns centímetros mais perto dele, teria acontecido uma catástrofe. E, assim que passei por ele, olhei para trás e ele continuou seu caminho. Sempre notei que pessoas de idade fazem isso com uma certa frequência. Comecem a prestar atenção, depois de lerem este texto, que eles simplesmente congelam, sem o menor aviso, fazem uma manobra de 180º e logo em seguida voltam a seguir sua vidas.

Percebi outra coisas intrigante também: os motoristas de empresas de segurança particular. Aí vocês me questionam: “Mas o que isso tem a ver com o parágrafo acima sobre os velhos, digo, idosos e suas manobras arriscadas, senhor afrodescendente?”

Primeiro: não sou senhor. Se fosse, provavelmente meus cabelos seriam louros e minha pele clara.

Segundo: calma, eu chego lá...

Já perceberam a agressividade que os motoristas dessas viaturas andam por aí? Estão sempre com seus temíveis óculos escuros, cara de mal (estilo Stallone) e queimando pneu... Uaaauuu, quanta masculinidade! Quanta destreza, senhores pilotos do mal!

Acho que na verdade, alguns, e repito, alguns desses seguranças gostariam muito de terem sido pilotos, policiais ou, até mesmo, um dos atores do filme Mercenários... Por que andar correndo, se na verdade deveriam estar fazendo rondas pelos estabelecimentos que contratam seus serviços? Ah, vá! As vezes nem correm, mas têm o prazer de dar aquela terrível queimadinha chevettal que um certo tipo de pessoa admira. Sabe quem? Quem? Pensa mais um pouco... Sim... as lendárias Piri-pipiri-guetis!

Pois bem, não me prolongarei mais e aqui deixo, agora, o gran finale. Imaginem se colocassem os circenses idosos a pilotarem as temíveis viaturas dos seguranças do mal? Imaginem o show que iria acontecer nas ruas! Os carros muito rápidos e de repente, começam a fazer manobras de 180º em ruas movimentadas. Seriam os idosos do mal... É de se pensar... Ou não.


Abraço do rapazola afrodescentende do Blog!